Situação que representa grande risco à vida dos cães, e mais freqüente em animais de porte grande (entre 2 e 10 anos de idade) e com ¨peito profundo¨ como São Bernardo, Dogue Alemão, Pastor Alemão, etc.
A dilatação-torção gástrica representa 1,53 % das doenças diagnosticadas em cães gigantes, qualquer que seja a idade. A incidência varia com a idade, mas é máxima para os cães idosos de 7 a 10 anos. O Dogue alemão representa 73 % dos casos.
A dilatação-torção gástrica se caracteriza por uma dilatação ou expansão do estômago seguido de uma torção. Como conseqüência, qualquer trânsito se torna impossível, até mesmo o vômito. Perturbações circulatórias e respiratórias levam muito rapidamente a um estado de choque muito perigoso, seguido da morte do animal.
Este acidente acomete principalmente os cães gigantes adultos. Sua incidência aumenta com a idade e varia de 2 a 10 %.
A profundidade da caixa toráxica e a ingestão de refeições volumosas parecem ser os dois fatores que favorecem esta patologia.
Esta dilatação do estômago pode ser causada por vários motivos como, por exemplo, a aerofagia (que ocorre quando, por comer muito rapidamente, o cão ingere ar juntamente com o alimento), a ingestão de alimentos secos, a prática de exercícios físicos antes ou logo após as refeições, a ingestão excessiva de água ou alimentos ou, até mesmo, devido a algum fator genético.
Uma pesquisa epidemiológica ilustra a correlação negativa entre o volume da refeição e a incidência da dilatação-torção gástrica entre os cães gigantes .
Além disso, a dilatação-torção gástrica parece ser facilitada pela ingestão de uma grande quantidade de ar.
Apesar de ser um assunto muito discutido, uma análise da composição do gás acumulado em casos de dilatação-torção gástrica reforça esta hipótese. A título preventivo, é conveniente adotar medidas indispensáveis para diminuir a velocidade de ingestão do alimento.
A dilatação-torção gástrica representa 1,53 % das doenças diagnosticadas em cães gigantes, qualquer que seja a idade. A incidência varia com a idade, mas é máxima para os cães idosos de 7 a 10 anos. O Dogue alemão representa 73 % dos casos.
A dilatação-torção gástrica se caracteriza por uma dilatação ou expansão do estômago seguido de uma torção. Como conseqüência, qualquer trânsito se torna impossível, até mesmo o vômito. Perturbações circulatórias e respiratórias levam muito rapidamente a um estado de choque muito perigoso, seguido da morte do animal.
Este acidente acomete principalmente os cães gigantes adultos. Sua incidência aumenta com a idade e varia de 2 a 10 %.
A profundidade da caixa toráxica e a ingestão de refeições volumosas parecem ser os dois fatores que favorecem esta patologia.
Esta dilatação do estômago pode ser causada por vários motivos como, por exemplo, a aerofagia (que ocorre quando, por comer muito rapidamente, o cão ingere ar juntamente com o alimento), a ingestão de alimentos secos, a prática de exercícios físicos antes ou logo após as refeições, a ingestão excessiva de água ou alimentos ou, até mesmo, devido a algum fator genético.
Uma pesquisa epidemiológica ilustra a correlação negativa entre o volume da refeição e a incidência da dilatação-torção gástrica entre os cães gigantes .
Além disso, a dilatação-torção gástrica parece ser facilitada pela ingestão de uma grande quantidade de ar.
Apesar de ser um assunto muito discutido, uma análise da composição do gás acumulado em casos de dilatação-torção gástrica reforça esta hipótese. A título preventivo, é conveniente adotar medidas indispensáveis para diminuir a velocidade de ingestão do alimento.
Alguns artifícios que permitem evitar que cães gigantes se transformem em¨ aspiradores¨gigantes incluem colocar o alimento em locais mais altos, colocar alguns objetos no recipiente a fim de diminuir a ingestão de alimento (bola de tênis), a distribuição de várias refeições em quantidades pequenas ou a reidratação da ração para estimular o esvaziamento gástrico.
Da mesma forma, convém diminuir o exercício antes e após as refeições bem como evitar a distribuição das refeições a noite ou antes de sair, pois a observação dos primeiros sintomas e uma intervenção apropriada podendo evitar que o animal venha a óbito.
Da mesma forma, convém diminuir o exercício antes e após as refeições bem como evitar a distribuição das refeições a noite ou antes de sair, pois a observação dos primeiros sintomas e uma intervenção apropriada podendo evitar que o animal venha a óbito.
Atenção:
Por trata-se de uma situação de emergência, se os sintomas não forem percebidos rapidamente e o cão não for encaminhado ao veterinário com a mesma rapidez, a torção gástrica pode levar o animal ao estado de choque e até matá-lo em apenas 3 horas. Isso de deve ao fato de que a doença se manifesta pelo acúmulo de gazes no estômago do animal que, não conseguindo expulsá-los, tem o volume do estômago aumentado, o que pode resultar na necrose desse órgão pelo estrangulamento da parede estomacal.
Prevenção
• Não dê alimentos em grandes quantidades. Fraccione as refeições várias vezes ao dia.
• Evite rações com pouca fibra.
• Evite rações com alta taxa de fermentação (ricas em hidratos de carbono; por exemplo, amido ).
• Não permita que o animal beba grandes quantidades de água de uma só vez, inclusive durante as refeições.
• Evite exercícios violentos após as refeições (tais como pular e correr).
• colocar o alimento em locais mais altos
• colocar alguns objetos no recipiente a fim de diminuir a ingestão de alimento (bola de tênis)
• a reidratação da ração para estimular o esvaziamento gástrico
• Cirurgia preventiva
• Evite rações com pouca fibra.
• Evite rações com alta taxa de fermentação (ricas em hidratos de carbono; por exemplo, amido ).
• Não permita que o animal beba grandes quantidades de água de uma só vez, inclusive durante as refeições.
• Evite exercícios violentos após as refeições (tais como pular e correr).
• colocar o alimento em locais mais altos
• colocar alguns objetos no recipiente a fim de diminuir a ingestão de alimento (bola de tênis)
• a reidratação da ração para estimular o esvaziamento gástrico
• Cirurgia preventiva
Sinais de alarme
• distensão abdominal com timpanismo (gases);
• ânsia de vômito não produtiva;
• pulso fraco;
• salivação intensa;
• dificuldade respiratória;
• mucosas pálidas;
• aumento da frequência cardíaca;
• inquietude.
• e até mesmo a perda de consciência.
• A torção do estômago faz com que a circulação entre os vasos sanguíneos gástricos e esplénicos fique comprometida, resultando num choque profundo.
• Finalmente o animal colapsa, deitando-se lateralmente, podendo observar-se o enorme volume distendendo o abdómen.
O que é que pode ser feito?
Uma vez percebidos os sinais, o proprietário não deve tentar ¨salvar¨ o animal sozinho, e sim leva-lo o mais rapidamente possível ao veterinário para que sejam prestados os primeiro socorros e, logo após estabilizada a situação, seja dado início ao tratamento mais adequado ao caso.
A assistência por parte do médico veterinário deve ser imediata. É necessário que a pressão nas paredes do estômago e órgãos internos seja diminuída através da passagem de um tubo pelo estômago. Esta pressão também pode ser aliviada utilizando um catéter perfurando o estômago.
É imperativo que se inicie o tratamento para reverter o choque com grandes quantidades de fluidos intravenosos. Uma vez que o paciente se encontre estabilizado, o estômago deverá ser recolocado na posição anatómica correcta. Para tal o animal tem de ser submetido a cirurgia abdominal sem demoras.
• distensão abdominal com timpanismo (gases);
• ânsia de vômito não produtiva;
• pulso fraco;
• salivação intensa;
• dificuldade respiratória;
• mucosas pálidas;
• aumento da frequência cardíaca;
• inquietude.
• e até mesmo a perda de consciência.
• A torção do estômago faz com que a circulação entre os vasos sanguíneos gástricos e esplénicos fique comprometida, resultando num choque profundo.
• Finalmente o animal colapsa, deitando-se lateralmente, podendo observar-se o enorme volume distendendo o abdómen.
O que é que pode ser feito?
Uma vez percebidos os sinais, o proprietário não deve tentar ¨salvar¨ o animal sozinho, e sim leva-lo o mais rapidamente possível ao veterinário para que sejam prestados os primeiro socorros e, logo após estabilizada a situação, seja dado início ao tratamento mais adequado ao caso.
A assistência por parte do médico veterinário deve ser imediata. É necessário que a pressão nas paredes do estômago e órgãos internos seja diminuída através da passagem de um tubo pelo estômago. Esta pressão também pode ser aliviada utilizando um catéter perfurando o estômago.
É imperativo que se inicie o tratamento para reverter o choque com grandes quantidades de fluidos intravenosos. Uma vez que o paciente se encontre estabilizado, o estômago deverá ser recolocado na posição anatómica correcta. Para tal o animal tem de ser submetido a cirurgia abdominal sem demoras.
Qual a taxa de sobrevivência?
Depende das circunstâncias em que o animal entre na clínica. Há que ponderar diversos factores vitais como: severidade e agravamento da situação, problemas cardíacos secundários, extensão das áreas de necrose do estômago, entre outros. Existe a probabilidade de cerca de 15 a 20% de morte dos animais após cirurgia.
Fontes: Dr.Maurício Pires – méd. vet.
hospvetprincipal pt/dilataca
cobasi com br/site/informati
mundodosanimais com/portal/d